
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Jing Mo Ying Hung (aka Fist of Legend) - 1994

quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Long Zhi Ren Zhe (aka Ninja in the Dragon's Den) – 1982

Foram buscar Corey Yuen Kwai, já então famoso assistente de realização e coreógrafo de lutas, e também lutador/actor, para se estrear como realizador (hoje ele anda pelo ocidente a fazer coisas tão memoráveis como aquele filme cheio de chicks, D.O.A.) E fizeram muito bem. Pois saiu-lhe um óptimo filme de kung-fu com ninjitsu. A história é simplicíssima um gabarolas lutador chinês (Conan Lee) tem um tio japonês, que lhe é muito querido, e que em tempos foi ninja. Certo dia esse tio é perseguido por um jovem ninja (Hiroyuki Sanada) que se quer vingar da morte do seu pai, pois pensa que ele, o tio, esteve envolvido na tramóia. Não foi assim. O tio também fora envolvido na tramóia, e viu o seu melhor amigo, o pai do outro, morrer em combate. Resumindo: o sobrinho do tio ex-ninja tenta protegê-lo do jovem ninja. Há por lá outros lutadores para encher história, e um cómico sidekick viciado em pornografia (sem grande piada). Fiquemos então com as excelentes coreografias de luta, especialmente, as que envolvem Conan Lee e Hiroyuki Sanada, que são longas e do melhor que anda por aí. E não esqueçamos também o memorável final que envolve nice japonese tits e um efeito especial manhoso.
terça-feira, 7 de agosto de 2007
Fathom - 1967
Após a explosão de James Bond no grande ecrã os estúdios de Hollywood, e um pouco por todo o mundo (onde houvesse dinheiro a gastar), resolveram explorar o filão dos filmes de espionagem. Fathom é um deles, com Raquel Welch como heroína de serviço. A história gira em torno de três marmanjos, que pretendem usurpar um artefacto chinês (firedragon) que contém o dispositivo para accionar a H-BOMB, e o guarda-roupa de Fathom (que na verdade é o verdadeiro firedragon da história, para mim.) 
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Tai ji qi gong (aka Born Invincible) - 1978
O platinado Wong pratica Chi Kung, mais uma ramificação de kung-fu, técnica que, de tal forma aperfeiçoou, o impede de ser golpeado das mais diversas formas nas mais diversas zonas. Nada o perfura, nada o arranha, nada lhe faz nódoas negras. Só tem um ponto fraco, a garganta, que ele usa para libertar as suas “intimidantes” gargalhadas. O que é certo é que cada aluno da escola rival vai sendo por ele aniquilado sem apelo nem agravo. Até ao combate final. Carter “The Born Invincible” Wong é derrotado pelo aluno mais aplicado (Jack Long) mas não excepcional (como se o João Moutinho conseguisse derrotar o Cristiano Ronaldo.) Excepcional era a técnica Chi Kung de Wong, essa sim. Garanto-vos que era, nunca viram nada assim, merecedora de todas as letras da ainda singela palavra que escolhi para a adjectivar, excepcional.

Dito isto convém esclarecer que não é um grande filme… vê-se bem. O Yuen Woo Ping, pareceu-me não estar especialmente inspirado, mas o combate final é o combate final. Pareceu-me também que Joseph Kuo não tem muito talento para filmar aquelas coreografias (se imitasse os mestres, ninguém o levaria a mal), porque quanto ao resto não se lhe exigiria muito. Em abono da verdade diga-se que vi uma cópia truncada do filme, o que faz com que não o tenha visto na sua totalidade. O maior dos trunfos contudo vai para a soberba caracterização de Wong (que em versão dobrada, sim ouvi-o em inglês, perde algum impacto.)

sábado, 4 de agosto de 2007
Loretta Lynn

Só hoje descobri este álbum, que já data de 2004... mas mais vale tarde que nunca. Loretta Lynn foi uma das mais distintas country ladies nos idos 70's. Nos 80's a sua popularidade fora dos meios nashvilleanos desapareceu. Após um longo hiato volta com Still Country em 2000 (coisa que ainda não ouvi), e em 2004 lança este petardo.
É daqueles álbuns que, de tal forma genuínos, até causam arrepios.
Segundo os dados que li pela net esta senhora não teve vida fácil, pelo menos em termos familiares, mas nunca abdicou da sua união matrimonial. O que, confesso, é coisa que admiro imenso.
“He never hit me one time that I didn’t hit him back twice”
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
Messe Noir - 19??
E mais uma vez a imaculada será entregue a Lúcifer, e aos seus prazeres carnais, humanamente carnais, digo eu...É um daqueles pequenos filmes pornográficos (uma bobine) que envolve satanismo. Apontam-no como tendo sido feito algures nos anos 20, e como tal a maneira de se encarar a sexualidade era totalmente diferente, encaravam-na pudicamente (em certos e determinados sítios, claro! noutros é o que se vê…) O que consequentemente fazia com que a abordassem de forma essencialmente religiosa (para o bem ou para o mal, literalmente).
Como era de somente 5 minutos, e o estado da película gravada era mau (razão de algum do meu fascínio), decidi vê-lo.
Nada de mais, envolve cenas sexualmente explícitas, um Lúcifer humanamente bem caracterizado, e, para além dos outros dois bem bonitinhos, um enquadramento bem foleiro, este:

Que só com algum sentido de humor o consigo digerir.
E pronto lá dou eu mais um passo para a minha degradação mental...

quinta-feira, 2 de agosto de 2007
...ainda sob o signo dos fantasmas...

Ide de retro.
Só alguns fotogramas à frente (ainda o Ghost of Kasane) é que nos apercebemos... para que esses espectros se dissipem é preciso que nós percamos a consciência.
Ora bem, eu ainda não quero perder a consciência (inicialmente porque me irei aventurar pelos curvilíneos filmes de Andy Sidaris, será que o fantasma do Russ Meyer ainda assalta consciências?) Assim sendo terei que me aguentar a viver rodeado de phantasmagorias, e uma das maiores é Bergman. Chamam-lhe o cineasta da alma, eu diria que é da consciência.
E sem mais delongas, caso estejam interessadas (isto de eu pensar que escrevo para alguém… vai dar de mim em louco), o meu filme favorito de Bergman está carregado de moças em lágrimas e suspiros.

terça-feira, 31 de julho de 2007
Michelangelo Antonioni

"the design of each shot is, in itself, a concept concerning reality, a taking of position"




















